Grandes eventos esportivos movimentam milhões de viajantes, impulsionam economias e fortalecem a cadeia do turismo. Mas, cada vez mais, o setor também é desafiado a ampliar seu impacto para além da experiência do viajante. É nessa direção que o “Pra Cima Brasil”, iniciativa formada pelas operadoras Agaxtur, Ambiental, Globalis e Queensberry, em parceria com a Golden Goal, conclui a ação deixando um legado social concreto.
Após o término do projeto, os equipamentos utilizados durante a operação foram destinados à Vivenda da Criança, organização social que atua no desenvolvimento de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade. A doação contempla monitores, impressora, tablets e outros equipamentos empregados durante a execução do programa, além do excedente dos kits distribuídos ao longo da iniciativa.
A iniciativa representa uma mudança de mentalidade cada vez mais presente na indústria de viagens. Transformar estruturas temporárias de grandes operações em ativos permanentes para a sociedade.
Criado para oferecer soluções de hospitalidade e viagens durante a Copa do Mundo, o “Pra Cima Brasil” reuniu quatro das principais operadoras do mercado em um modelo colaborativo que integrou expertise, atendimento e operação para clientes que acompanharam o maior evento esportivo do planeta.
Com o término do evento, as empresas optaram por dar uma nova destinação aos recursos utilizados ao longo da operação, ampliando o alcance do investimento realizado e contribuindo para fortalecer a infraestrutura tecnológica da Vivenda da Criança.
Para a Queensberry, iniciativas como essa demonstram que o turismo pode exercer um papel relevante na transformação social quando incorpora o conceito de legado em suas estratégias.
“Grandes operações não precisam terminar quando o evento acaba. O verdadeiro legado acontece quando conseguimos transformar uma estrutura que cumpriu sua missão em uma oportunidade para gerar impacto positivo na vida de outras pessoas. O turismo tem um enorme potencial de conectar pessoas, culturas e experiências, mas também pode contribuir para fortalecer comunidades. Esse é um compromisso que faz parte da forma como enxergamos nosso papel no setor”, afirma Sylvio Ferraz, vice-presidente da BeFly e representante da Queensberry no “Pra Cima Brasil”.
Nos últimos anos, sustentabilidade, responsabilidade corporativa e impacto social passaram a ocupar posição estratégica nas agendas das empresas de turismo. Organizações internacionais, como a ONU Turismo, defendem que o desenvolvimento do setor esteja cada vez mais alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), estimulando iniciativas capazes de gerar benefícios econômicos, sociais e culturais para os destinos e para as comunidades envolvidas.
Nesse contexto, a destinação dos equipamentos para a Vivenda da Criança simboliza uma visão de longo prazo. A de que projetos concebidos para atender grandes operações também podem contribuir para reduzir desigualdades e ampliar oportunidades após o encerramento.
Ao transformar recursos operacionais em ferramentas de inclusão e desenvolvimento, o “Pra Cima Brasil” reforça uma mensagem importante para o mercado: o legado de uma viagem não precisa terminar quando o passageiro retorna para casa. Ele também pode permanecer onde mais faz diferença.


